
Por isso digo carinhosamente ao invés de reclamar: - Sei que sou e o meu filho será o que “eu” ponho pra dentro de mim, seja comida, música, filmes, livros, jornais, programas de televisão, bebidas, conversas, fluidos sexuais, energias, enfim tudo o que alimenta o nosso corpo, nossa alma, nossos espírito, os nossos sonhos.
A pergunta que não quer calar:
- O que é que a gente está pondo pra dentro?
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