segunda-feira, 28 de julho de 2014



O peito vazio sela o acordo no quarto solitário
Sem tom nem voz, a conversa segue teu rumo
Do sonho, a realidade acorda o peito magoado
Não sentes e jamais sentirá o mal que fez a si mesma
O dia nasce cinza e a vida - café frio 
Teu medo se esconde onde o pensamento se espanta
Lá se vai outra mágoa - de berço, de dengo, de medo
Não espante o calor da manhã, nem deslumbre o anoitecer sozinho
A vida de portas abertas lhe oferece aconchego
Pronto para recomeçar? 
Lá, onde o sorriso nasce frouxo, os sentimentos são reais
Os olhos marejados ficam do lado de fora
E o sorriso amanhece contigo na aurora 
Não te julgues, vives na penumbra enquanto se pode curar
E não se engane, sorrisos pequenos jamais te foram sinceros
Nasça! 

Um comentário:

Michiles, Alexandre. disse...

Entrar no site só para ver essa foto. Eu faço isso.